Ainda não acabou, mas começou aquele clima de despedida. A gente vai continuar se vendo, tem um monte de rede social pra deixar perto, mas principalmente porque tem um monte de história pra lembrarmos juntos.
Porque teve de tudo um pouco no Sunset. De um pé no Punk com Bossa Nova do Brothers of Brazil e Glen Matlock ao groove de Sergio Mendes. Firme e forte, o Palco Street Dance fez a galera soltar aqueles que passos só manda embaixo do chuveiro.
E quando chegou a hora do Palco Mundo, Lulu Santos veio exercitar o seu lado de maestro de multidões, costurando emoções com sucesso atrás de sucesso. Depois veio o Sheppard (que bateu um papo com a gente no camarim), que entrou pra história do festival por começar um show da tirolesa – sem contar a presença de palco da banda. Sam Smith mostrou que não é preciso 30 discos para fazer um baita show (OK, com aquela voz e com aquela banda, aí fica fácil). E era fácil encontrar fãs aos prantos, tamanha a emoção.
E então veio ela. Abriu com “Rockstar 101”, mensagem clara do que é e onde está, e emendou “Only Girl (In The World). Recado dado, entende? A Rihanna de hoje consegue ser ainda mais completa que a que vimos em 2011, um poder só que dominou o Palco Mundo por completo. E era ela e a banda, num palco discreto para os padrões de uma grande pop star.

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